Eis o que a "Carolikas" já vai sabendo fazer:
- Bater palmas
- Dizer adeus
- Dar "tautau" na menina (palmadinhas na sua cabeçita)
- Pentear a Carolina
- Fazer a cara feia contra a rede do parque/cama de viagem
- Cheirar a flor
- Colocar o chapéu na cabeça
- Fazer "chap-chap" no banho
- Apontar e dizer "babé" (bebé)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Para morder o moranguinho

Começam a chegar mas dois parceiros para os quatro dentes que a Carolina já tem. São incisivos superiores e a minha esperança é que ajudem os dois dentinhos de cima a unirem-se, caso contrário vai parecer uma malandreca de uma mentirosa.
Entretanto, comer a sopa e a fruta é cada vez mais um sacrifício. Não sei o que se passa com a bebé mas só tem vontade de deglutir a nossa comida bem como o leitinho ou as papas Cerelac. Ou seja, coisas com sabor, com sal, e preferencialmente doces. Um caminho que não me está a a agradar mas tenho a noção que não passará de mais uma fase.
Em matéria de preferências, o morango é para já a sua fruta predilecta. A quem sairás, filha do teu pai?
As primeiras férias
Foi a primeira experiência de férias da Carolina com os papás. Estivémos na Oura, Albufeira, durante uma semana. Dias de verdadeira aventura. Foi uma sucessão de asneiras por parte da bebé. Agora que gatinha desenfreadamente, e estando numa casa estranha, bateu várias vezes com a cabeça e nariz no mozaico durante essas suas andanças pelo chão. Também a madeira do sofá da cozinha lhe causou algumas dores na testa, mas sem que surgissem galos. Mas as duas piores experiências foi a queda de uma cadeira para cima da Carolina (adivinhem quem a puxou, sem noção do perigo?...) e ainda a ingestão de Raid Casa e Plantas que se encontrava num rodapé polvilhado de formigas. Nada de grave, felizmente. Mas dois sustos, sem dúvida, para mim e para o pai. Ah! Quase me esqueci! A "Carolikas" também se engasgou com uma pipoca que o pai lhe deu e pôs o Ricardo a sangrar pelo nariz, depois de enfiar literalmente um dos seus deditos pela narina do pai.
Curiosa é a relação da minha filhota com a areia. Detesta-a. Odeia-a com todas as suas forças. A praia é, por isso, o único local onde ela consegue ficar sossegada; não gatinha na areia nem sequer ousa aproximar-se do brinquedo que está no meio dos grãos. Chega a chorar ao ver a areia entre os dedos das mãos. Faz-lhe impressão. O mar também não provocou nela grande paixão. Já a piscina... isso sim! Um verdadeiro fascínio para se aproximar da piscina a gatinhar e chapinhar com a mãozita.
No global foi uma experiência maravilhosa. Sempre que havia passeio a Carolina tirava proveito, olhava para tudo, apreciava, invejava a nossa comida ou então dormia. Principalmente no carro. Altas sonecas!
Tão pequenina e já foi ao estrangeiro. Estivémos em Huelva, Espanha. No restaurante portou-se à altura de quem só vê e não come. Ou seja, sentada na cadeirinha explorou tudo o que estava em cima da mesa e ao seu alcance. Como todos os objectos são entretanto retirados, nada mais lhe resta senão começar a rasgar o papel que forra a mesa do restaurante. Sobrou trabalho para os funcionários, com tanto papel rasgado e também pedaços de pão esmigalhados e cheios de saliva.
Curiosa é a relação da minha filhota com a areia. Detesta-a. Odeia-a com todas as suas forças. A praia é, por isso, o único local onde ela consegue ficar sossegada; não gatinha na areia nem sequer ousa aproximar-se do brinquedo que está no meio dos grãos. Chega a chorar ao ver a areia entre os dedos das mãos. Faz-lhe impressão. O mar também não provocou nela grande paixão. Já a piscina... isso sim! Um verdadeiro fascínio para se aproximar da piscina a gatinhar e chapinhar com a mãozita.
No global foi uma experiência maravilhosa. Sempre que havia passeio a Carolina tirava proveito, olhava para tudo, apreciava, invejava a nossa comida ou então dormia. Principalmente no carro. Altas sonecas!
Tão pequenina e já foi ao estrangeiro. Estivémos em Huelva, Espanha. No restaurante portou-se à altura de quem só vê e não come. Ou seja, sentada na cadeirinha explorou tudo o que estava em cima da mesa e ao seu alcance. Como todos os objectos são entretanto retirados, nada mais lhe resta senão começar a rasgar o papel que forra a mesa do restaurante. Sobrou trabalho para os funcionários, com tanto papel rasgado e também pedaços de pão esmigalhados e cheios de saliva.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Primeira Páscoa
E assim aconteceu a primeira Páscoa da minha "Carolikas". Uma ida até à Capapinheira com direito a provar do nosso almoço - canja (sem galinha), pão, pudim e pão de ló. No final, ainda com fome, lá comeu o seu Cerelac. Seguiu-se uma ida ao café local, ao colo, nunca parando quieta. Resultado: eu fiquei tão "moída" que chegada a casa tive de ir dormir um pouco. Mas antes do regresso à Telhadela ainda fomos visitar o padrinho aos Covões. A Carolina ficou no carro, animada, ao colo do avô.
Parecia uma bonequinha a minha filhota, com um vestido-balão, muito "in".
À noite ainda recebeu as prendas da madrinha: roupa e mais roupa. Vai ficar mais vaidosa que a mãe.
Parecia uma bonequinha a minha filhota, com um vestido-balão, muito "in".
À noite ainda recebeu as prendas da madrinha: roupa e mais roupa. Vai ficar mais vaidosa que a mãe.
sábado, 6 de março de 2010
Dicionário "carolinês"
Bem sei que daqui a uns tempos tenho de falar como uma pessoa adulta para a minha filha, mas por enquanto vou inventando umas palavras engraçadas, tais como:
Fóditis - fraldinha para adormecer
Fidókis - fralda descartável
Papitas - sopinha
Mitocas/mitoquinhas - caminha
Banhitus - banho
Caquis - cócó
Xixicu - xixi
Pitufas - pantufas
Fóditis - fraldinha para adormecer
Fidókis - fralda descartável
Papitas - sopinha
Mitocas/mitoquinhas - caminha
Banhitus - banho
Caquis - cócó
Xixicu - xixi
Pitufas - pantufas
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
"Titicass" di galinha
A "Titicass" já bate palmas de uma forma diferente. Se antes abanava quase violentamente as mãos, na vertical, agora deixa ficar uma parada enquanto a outra dá umas plamadinhas na face da mão estática. E este ritual acontece preferencialmente se houve música cantada à mistura. Se forem várias pessoas a trautear, melhor!
Gatinhar é que parece não ser com ela, pelo menos para já. No entanto, há duas noites, sentimos um barulho estranho que era nada mais, nada menos, que a cabecinha da Carolina a bater no cimo da cama. Ora, se a coloco a meio do leito, é fácil perceber que algo se passou, ou seja, gatinhou um pouco por baixo dos lençóis e cobertores.
Hoje está doentinha, coitadinha. Ainda não sei do que se trata porque ganhou tosse pela primeira vez na sua vida. Vida e coração de mãe é assim, sempre em desespero...
Gatinhar é que parece não ser com ela, pelo menos para já. No entanto, há duas noites, sentimos um barulho estranho que era nada mais, nada menos, que a cabecinha da Carolina a bater no cimo da cama. Ora, se a coloco a meio do leito, é fácil perceber que algo se passou, ou seja, gatinhou um pouco por baixo dos lençóis e cobertores.
Hoje está doentinha, coitadinha. Ainda não sei do que se trata porque ganhou tosse pela primeira vez na sua vida. Vida e coração de mãe é assim, sempre em desespero...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Há nove meses...
Há nove meses eu estava muito ansiosa.
Há nove meses estava cheia de dores.
Há nove meses até dizia algum mal da minha vida...
Há nove meses pensava que não mais quereria ter outro filho.
Mas, volvidos nove meses, afastei esses pensamentos mais negativistas.
Passados nove meses acredito que a minha filha é o melhor que a vida me deu.
Passados nove meses vejo-a crescer e apreeender o mundo exterior a uma velocidade louca.
Passados nove meses já bate palminhas e ri com quantos dentes tem na boca (quatro).
Pensar que há 18 meses era apenas um ser microscópico...
Pensar que há 18 meses eu estava aterrada com a ideia de ter um filho (embora o quissese, claro).
Pensar que há 18 meses eu não conhecia este amor desmedido e incondicional.
Obrigado Carolina, por existires!!!!
Há nove meses estava cheia de dores.
Há nove meses até dizia algum mal da minha vida...
Há nove meses pensava que não mais quereria ter outro filho.
Mas, volvidos nove meses, afastei esses pensamentos mais negativistas.
Passados nove meses acredito que a minha filha é o melhor que a vida me deu.
Passados nove meses vejo-a crescer e apreeender o mundo exterior a uma velocidade louca.
Passados nove meses já bate palminhas e ri com quantos dentes tem na boca (quatro).
Pensar que há 18 meses era apenas um ser microscópico...
Pensar que há 18 meses eu estava aterrada com a ideia de ter um filho (embora o quissese, claro).
Pensar que há 18 meses eu não conhecia este amor desmedido e incondicional.
Obrigado Carolina, por existires!!!!
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